O setor da moda vive uma reconfiguração no Brasil, marcada por mudanças no comportamento do consumidor após a pandemia. Segundo o Sebrae, mais de 1.800 empresas foram abertas em 2025, com predominância de micro e pequenos negócios. Conforto, identidade e funcionalidade passaram a pesar mais do que tendências passageiras.
Em Alagoas, o verão deixou de ser apenas uma estação e se tornou diferencial competitivo. Empreendedores locais transformam território e criatividade em estratégia de mercado. Shirley Alencar, do Shiá Studio, cria acessórios a partir de conchas e palhas, unindo estética, sustentabilidade e valorização cultural. Já a estilista Manu Melo destaca que inovar hoje é acompanhar o comportamento da sociedade, priorizando peças funcionais para o dia a dia.
A marca Fire, de Julio Badu, aposta no linho como tecido estratégico para o clima nordestino e registra crescimento acelerado, impulsionado pelo posicionamento digital.
Para o Sebrae, a moda autoral fortalece comunidades e gera negócios sustentáveis. Consultorias e capacitações ajudam empreendedores a transformar identidade cultural em valor agregado e competitividade.







