A poeta que escreve com o coração em chamas

Autora de Versos do Coração Selvagem fala sobre amor, essência e o poder da palavra.
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Na efervescência da Bienal Internacional do Livro de Alagoas, entre estandes, encontros e lançamentos, uma voz poética se destaca: Juhly Blue, escritora santanense que acaba de lançar seu primeiro livro impresso, Versos do Coração Selvagem, pela SWA Instituto Editora.

Com uma escrita que transborda emoção e autenticidade, Juhly nos convida a mergulhar em sua travessia literária — feita de utopias, caos paradisíaco e um desejo profundo de viver e amar sem arrependimentos. Nesta entrevista, ela compartilha os bastidores da criação, suas inspirações e o que significa escrever com a alma exposta.

Embarque Nordeste — Juhly, Versos do Coração Selvagem é seu primeiro livro impresso. Como foi viver esse momento na Bienal?

Juhly Blue — Ver meu livro nas mãos das pessoas, ouvir suas reações, sentir que minhas palavras tocaram alguém… é uma emoção que não cabe em mim. A Bienal foi o palco perfeito para esse nascimento.

EN — O título é forte e poético. O que representa esse “coração selvagem”?

Juhly Blue — É meu coração que não se conforma, que quer amar sem medida, que busca sentido até no caos. Escrevo para não esquecer quem sou, para lembrar da minha essência entre utopias e desventuras. É um coração que peleia, mas que também floresce.

EN — A escrita parece ser uma forma de libertação para você. É isso mesmo?

Juhly Blue — Totalmente. Escrever é meu jeito de viver, de conhecer, de amar. Cada poema é uma semente que lanço pelos caminhos que trilho. Não quero guardar nada — quero dividir, espalhar, permitir que minhas palavras germinem em outros corações.

EN — E como foi publicar com a SWA Instituto Editora, do sertão alagoano?

Juhly Blue — Foi um encontro bonito. Eles acreditam na força das vozes do interior, e eu sou uma dessas vozes. O sertão me habita, me inspira, e ter uma editora que entende isso fez toda a diferença.

EN — Para encerrar: o que você deseja que os leitores sintam ao ler Versos do Coração Selvagem?

Juhly Blue — Que se permitam sentir. Que se reconheçam nas entrelinhas. Que não tenham medo de amar, de errar, de viver intensamente. Se ao final da leitura alguém pensar “eu também sou assim”, já valeu tudo.

 

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